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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Hoje Foi Show

Boa noite,

Voltando a digitar aqui, hoje, dia 27 de outubro de 2009, foi um dia foda, sai com o J, fomos até a casa do Junior, para de lá poder jogar basquete, a história foi: Chegamos lá pelas 3 horas, de ônibus, novamente nesse sol from hell de manaus. Totalmente suados, e, sem fazer parada, descemos e atravessamos a rua até a casa do Junior, que, diga-se de passagem, fica na frente do ponto de ônibus.
O som tava alto, como ele disse que estaria, uma forma de diferenciar a casa, então, sem pensar eu gritei -Junior! -e lá vem o filha da mãe, o estranho, é que ele vinha com uma vassoura, depois de chamarmos ele para jogar basquete, ele entra. Alguns minutos de espera depois, e lá vem ele saindo pela porta da casa.

Já na rua, quando vamos começar a descer, uma surpresa, mais um para o time, o primo do J vinha descendo a rua com seu "carrinho", ao parar ele quase é atropelado, o que me fez rir bastante. Andamos até o colêgio dele, onde haviam várias garotas gostosas, e algumas bonitinhas, bebemos água por lá, só então voltamos para o nosso caminho em direção à quadra.

Longa jornada até a quadra, isso acaba de me lembrar de um jogo chamado The Long Journey, mas isso é outra história, o fato é depois de muito tempo, chegamos à quadra, minha primeira impressão quando a vi foi -Que merda, isso é uma quadra? -bem, sim, aquilo era uma quadra. No meio da rua havia um único e solitário aro, fincado a uma base de metal, que falsamente lembrava uma trave de basquete, três pontos e novamente -WHAT THE FUCK IS THAT SHIT MAN?! -Essas palavras ressoaram da minha boca, como um trêm que no alge de sua velocidade esmaga violentamente o crânio daquela infeliz criatura chamada Elias Junior...

Já estavamos jogando haviam alguns minutos, quando do nada aparecem dois garotos, quando digo do nada, é realmente do nada, eu pisquei e as coisas já estavam lá, paradas, ao lado das nossas coisas. A primeira coisa que me veio a cabeço foi que eles iriam nos roubar e correr feito putas gritantes ao sol... Bem, não foram o que fizeram, eles pediram para se juntar e jogar conosco. A verdade, é que eles jogaram BEM melhor que nós, fizemos, quer dizer, eu fiz, seis pontos, três cestas, e eles fizeram umas cinquanta... cestas.

Passou algum tempo e os dois como chegaram sumiram, do nada. Perdemos algum tempo jogando conversa fora, enquanto mostrava minhas velhas habilidades com o "carrinho" do Caio, o primo do J, eu não faço ideia, juro por algum estranho, que não sei como acertei aquele flip, mas acertei.
Após alguns minutos voltamos na direção da casa do Junior, o Caio logo se distânciou com seu skate, passamos novamente no colêgio, horário de saída, várias garotas, e nossa, que garotas. Uma delas estava com o skate do Caio, ela sabia fazer alguma coisa... ok, ela estava em melhor estado que eu. Tentei mostrar alguma coisa superior, mas para desespero meu, tremi na base, o que nunca havia acontecido antes... que droga, me passei por idiota, tentando fazer algo e falhando criticamente, aquela garota não sai da minha cabeça, linda, nova, camisa do slipknot, gorro, não esqueço a maquiagem dos seus olhos, e a forma como ela olhou para mim... droga.

Mudamos a rota, e fomos até a casa do Caio, nunca havia ido lá, é longe, e a jornada foi cansativa, já era noite, e talvez, perigoso, comemos, tomamos banho, trocamos de roupa, e então, partimos, até a casa do Junior, de onde, novamente pegariamos um ônibus, e então retornariamos até a casa do J.

A ultima parte como sempre percorri sozinho, não me livro desse trajeto, o caminho dentre a casa dele até a minha casa, é a pior parte dos dias, é ruim andar só... faram.

Ps.: Realmente um bom dia. ^-^

Distrito 9

Olá,

Enão, ontem, dia 26 de outubro de 2009,  eu e o J (Jordan), meu melhor amigo, fomos fazer a matrícula em um curso muito bom, que meus pais acharam para mim. Bom, a história é a seguinte, lá no ato da inscrição, a mulher que inscreveu meu amigo ficou afim de mim, e diga-se de passagem, ela é muito gostosa, tomara que quando começe o curso, na próxima semana, ela ainda esteja lá, (risos) bem, já sabem o que farei, ou tentarei fazer.

Ok, após sairmos, fomos direto ao Amazonas Shopping, onde encontraríamos amigos para assistir um filme, o fato é que chegamos primeiro, e tomamos um mega milkshake, depois eu fiquei com dor de barriga, minhas vermes falaram mais alto (cara de nojo). Após alguns minutos de espera, vários minutos, de baixo do sol quente e o clima abafado de Manaus, decidimos entrar e dar um volta por dentro do shopping para dar uma esfriada. No total, foram quatro voltas, até os retardatários chegarem.

Bem, tivemos de esperar um segundo amigo meu comprar umas calsas, e só então fomos ao Plaza para assistir pelo cinema de lá, que diga-se de passagem é muito show. Ok, ainda não fiz rez ao título da postagem.
O fime escolhido, por mim, foi Distrito 9, o fato de ter sido legendado não atrapalhou, não a mim, já que meu inglês é quase ótimo.

Distrito 9, o que falar sobre ele, bem, ótimo filme, ambientado em Johannesburg, com uma trama envolvente do começo ao fim. Meu estilo preferido, sci-fi. O protagonista da história, um agente da MNU uma organização que cuida de assusntos extra terrestriais, tem seus genes misturados com os genes de aliens que apareceram na terra 20 anos atrás. Então, lutando contra seus próprios amigos, ele tem como objetivo principal curar-se e voltar par sua mulher, porem, ao decorrer da história, ele descobre que o alien da qual tinha se tornado amigo, vinha elaborado um plano há 20 anos, que consistia em juntar combustivel para voltar ao seu planeta natal e salvar seu povo. No final da história o protagonista sacrifica seu objetivo principal para dar uma chance ao alien de subir até a nave mãe e fujir, voltando 3 anos mais tarde e salvaando seu povo só então curando o protagonista. Porem, no final do filme, ao invés de mostrarem o alien voltando, mostram uma cena em que a esposa do protagonista recebe uma flor feita de sucata em sua porta, e mais a frente, mostra um dos aliens sendo filmado construindo uma flor de sucata. Logicamente, dando a entender que o protagonista teria sido totalmente transformado em um dos camarão, modo como os humanos chamavam os aliens.

Não sou muito bom com resumos, então é isso ai, obrigado.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Olá e Bem Vindos

Olá,

Queria agradecer-lhes por visitarem este blog, e aproveitar para citar o fato de que é meu primeiro blog, e que devem pegar PESADO nas críticas, pois mesmo que muitos digam o contrário, aceito-às como sendo construtivas, agradeceria muito se corrigissem meu português sempre que puderem, afinal meu maior propósito depois de escrever as crônicas, é de aprender com elas.

Como podem perceber, sou um fan dos jogos da série S.T.A.L.K.E.R., da qual criei um personagem para utilizar em minhas crônicas. Vou como a maioria, tentar melhorar a medida que as escrevo, e espero muitíssimo, a ajuda de vocês leitores para isso.

Novamente, obrigado
Victor Matheus aka -noOb-

Uma primeira entrada

Ok... Finalmente descobri como usar isto... Vamos lá.

Meu nome é Viktor, cheguei a zona faz algumas horas, vim em um velho ônibus de excursão caindo aos pedaços da qual saltei quilômetros atrás, a viajem até aqui foi horrivel, o ônibus balançava bastante e eu não pude dormir, foram cerca de dois dias de viajem, maior parte com chuva, depois que desci do ônibus, veio a pior parte, andei por horas dentre uma combinação de mato e uma paisagem morta tenebrosa, tive fome,e não pude dormir temendo algum animal.

Como o de costume está chovendo agora, as noites têm ficado cada vez mais frias a medida que me aproximei da zona, é como se várias agulhas atravessassem minha pele ao mesmo tempo, me da muita falta de ar.

No momento estou em uma velha casa de madeira que não consta no gps,estou comendo uma ração para turistas que eles me deram no inicio da viajem, pelo menos o gosto é agradavel.

Como o planejado, trouxe um saco de dormir e só as roupas do corpo, que aliais são muitas, o mapa indica alguns quilômetros até encontrar o vilarejo de Cordon, o objetivo é encontrar uma pessoa conhecida por Wolf, ele me indicará o que fazer, a pessoa que me colocou no ônibus disse que esse Wolf instrui os novatos sobre a sobrevivência na zona, algo assim, bem, não deve ser dificil.

A primeira impressão que eu tive da zona, é de que com tanta chuva assim, este lugar me lembra bastante o interior da cidade de onde morava, porem, vazio. No horizonte, é possivel ver a cidade de Chernobyl, de vez em quando consigo escutar alguns sons que vêm de lá, nada muito relevante, até por que estou longe de mais para entender algo.

Estou ansioso para encontrar meu primeiro artefato e vendê-lo para ganhar uma boa grana.. Mamãe ficará contente comigo quando eu voltar.