Okay...
No momento estou jogando Dead Frontier, revi o jogo faz tempo, graças a um amigo que me reapresentou o jogo, o estranho, é que da primeira vez eu tinha apresentado o jogo a ele... Ok, chega de digitar bobeira, vamos a o que interessa. Ontem, eu tive uma grande ideia, e queria deixá-la bem clara para aqueles que quiserem ler este blog, não muitos eu presumo. Bem, o tema principal da minha ideia é a criação e desenvolvimento de histórias, e roteiros para jogos eletrônicos, sejam eles massivos ou não.
Imagine ou observe um ótimo jogo massivo existente hoje em dia, vamos usar como exemplo o grande, famoso e prestigiado World of Warcraft, agora volte sua mente para coisas que passam despercebidas por nós jogadores a cada momento... Os inimigos, observe que estes, estão por toda a parte, porem, o que eles fazem? Qual a sua parte no ambiente do jogo, a não ser proporcionar experiência toda vez em que são cruelmente massacrados por jogadores de leveis absurdamente altos? Por que diabos eles ficam simplesmente parados ou movimentando-se aleatóriamente por um pequeno espaço pre criado para aquele tipo de inimigo?
Ok, agora vamos nos acalmar depois de todo esse teatro, e vamos observar a fauna e flora de um ambiente real, pensemos em um Porco do Mato, também chamado de Javali, agora observemos a sua conexão com o seu meio ambiente, por que ele existe lá, do que ele se alimenta, lembremos que todo animal é parte fundamental de uma cadeia, um ciclo, infinito, que como ciclo, sempre se repetirá até que de alguma forma seja modificado por uma força externa, ou um evento préposto pelo próprio ambiente. Viu? É simplesmente isso o que quero dizer... não existem jogos onde o ambiente é simulado, onde os animais necessitam de outros animais, plantas, ou até mesmo de um clima favoravel para sobreviver, onde o jogador, não é a mão de Deus, onde a sua existência não se presume em simplesmente matar, matar, e matar até atingir seu objetivo maior... O level necessário para matar, matar, e matar outros jogadores.
Por enquanto é só, obrigado.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Grande Ideia Parte: I
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Reflexão
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Como SER Humano
Eu ando pensando muito, tendo ideias, e talvez seja essa uma das razões pela qual estou digitando aqui quase todas as noites e mais de uma vez por dia. Sei que isso vai acabar algum momento, que é somente uma vontade momentânea, e que nem ao menos se trata de inspiração.
O ser Humano é formidavel. Visto de uma maneira religiosa, o ser humano é um Deus entre os animais, ele manda e não é mandado, ele condena e não pode ser condenado, ele decide quem vai para o céu e quem vai para o inferno. É ele quem mata, e é ele quem come, está simplesmente no topo de tudo, tudo o que eles julgam ser criado por Deus.
Agora vejamos dentre os animais, o ser Humano nada mais é do que um simples animal, uma evolução em processo, um ser desengonçado que na maioria das vezes não sabe o que fazer com os próprios membros do corpo, um animal que se espalha feito uma praga pelo globo, consumindo e destruindo todos os lugares que visita, fazendo deles, seu ninho de lixo e poluição. Não quero julgá-los maus, aliás, não quero me julgar mau, porem, já parou para pensar que o ser Humano, diferentemente do resto dos mamíferos terrestres destroi o meio em que vive, destruindo assim, a sí mesmo, sem pensar nas consequências futuras, ou, até mesmo pensando, porem, não se importando com elas, o ser Humano é uma praga, uma peste, ele não deveria ser nomeado mamífero, é até uma maldade chamá-los de animais, mesmo se tratando na forma figurada, uma maldade para com os animais. Sei que por ai existem pessoas de bem, que vivem de bem, e respeitam as coisas, porem, nem mesmo elas, nem mesmo eu, nem mesmo ninguem é capaz de entender, o que seria realmente viver de acordo com o meio, viver realmente como um animal, viver realmente para viver, e não para encontrar meios de facilitar a vida, e acabar com ela.
Há muitas coisas das quais eu deixei de citar aqui, porem, este é só mais um daqueles posts inúteis, um dos que talvez ninguem vá ler, ou até chegarão a ler, e discordarão completamente... anyway Não se deve discutir com sua própria mente... Essas são minhas palavras.
O ser Humano é formidavel. Visto de uma maneira religiosa, o ser humano é um Deus entre os animais, ele manda e não é mandado, ele condena e não pode ser condenado, ele decide quem vai para o céu e quem vai para o inferno. É ele quem mata, e é ele quem come, está simplesmente no topo de tudo, tudo o que eles julgam ser criado por Deus.
Agora vejamos dentre os animais, o ser Humano nada mais é do que um simples animal, uma evolução em processo, um ser desengonçado que na maioria das vezes não sabe o que fazer com os próprios membros do corpo, um animal que se espalha feito uma praga pelo globo, consumindo e destruindo todos os lugares que visita, fazendo deles, seu ninho de lixo e poluição. Não quero julgá-los maus, aliás, não quero me julgar mau, porem, já parou para pensar que o ser Humano, diferentemente do resto dos mamíferos terrestres destroi o meio em que vive, destruindo assim, a sí mesmo, sem pensar nas consequências futuras, ou, até mesmo pensando, porem, não se importando com elas, o ser Humano é uma praga, uma peste, ele não deveria ser nomeado mamífero, é até uma maldade chamá-los de animais, mesmo se tratando na forma figurada, uma maldade para com os animais. Sei que por ai existem pessoas de bem, que vivem de bem, e respeitam as coisas, porem, nem mesmo elas, nem mesmo eu, nem mesmo ninguem é capaz de entender, o que seria realmente viver de acordo com o meio, viver realmente como um animal, viver realmente para viver, e não para encontrar meios de facilitar a vida, e acabar com ela.
Há muitas coisas das quais eu deixei de citar aqui, porem, este é só mais um daqueles posts inúteis, um dos que talvez ninguem vá ler, ou até chegarão a ler, e discordarão completamente... anyway Não se deve discutir com sua própria mente... Essas são minhas palavras.
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Reflexão
domingo, 17 de janeiro de 2010
Lavagem Cerebral
Hoje foi mais um dia daqueles, a rotina que eu tanto desprezo, não tem a ver com meus amigos, adoro eles, mesmo que ainda sinta que preciso de férias... Nessas horas percebo que meu amigo é muito sortudo, mas voltando ao assunto. Fui até a casa do Diego pela tarde, cheguei lá pelas 4:00 pm em sua casa, ficamos pouco tempo lá dentro e logo descemos. Nós sentamos no mesmo lugar de sempre, aquela cauçada manjada na frente do apartamendo do Thiagão, ficamos lá conversando por pouco tempo com a Bia, até decidirmos descer e ir até a casa da Ananda (Rosinha), não me lembro bem do que falamos, ou se falamos algo no caminho... geralmente, minha memória é péssima mesmo.
Ao chegarmos lá em baixo, olhei para a casa do J, o portão parecia estar entreaberto e as duas garotas estavam lá na frente, Ananda e Nalva, sentadas na causada da casa da Nalva, nos comprimentamos e sentamos. Como sempre, meu abraço se destaca dos demais, escuto um estalar de ossos em ambas as costas das garotas, deve ter doido, mas no final, sei que elas gostam. Conversamos bastante, demos algumas risadas, enquanto o telefone não parava de tocar.
Passado o tempo e já estavamos lá em cima (São Judas), Gabriella estava na festa com outras garotas, mas quem se destacava... Nem preciso citar. Não conseguia evitar o olhar, e me doi saber que fiz errado em olhar demais, garotas gostam de ser esnobadas, garotas gostam de sofrer, garotas gostam de homens safados, é o que eles dizem, essa é a verdade nua e crua é o que eles dizem... Se soubessem o quanto me doi ouvir isso, odeio essa verdade, odeio esse mundo, odeio o pensamento da maioria, dessa massa de números ambulantes, e o pior de tudo, querem me mudar... lavagem cerebral não, logo aviso.
Com o tempo, fomos chamar a Geisa, Raissa e a outra garota bonitinha da qual o nome eu sempre esqueço para jogar Uno... Na verdade, quem chamou foi o Diego, já que Uno, passa longe de ser uma brincadeira que me da gosto de jogar. Eles jogaram uma partida, e depois pararam. Isso não me importa, o fato é que logo ela (Senhorita) veio e sentou-se do nosso lado, como sempre, inconcientemente mudei meu comportamento, enquanto me roia por dentro pela ação tomada descontroladamente. Ela ficou pouco tempo, e logo foi embora, não havia bom clima, Geisa de um lado me olhando e eu do outro olhando a Senhorita, enquanto essa, como sempre, me destruia, com seu olhar distante. Lembro de ter ouvido que ela tinha de falar com alguem (Endriw), não sei se ouvi certo, mas não gostei de qualquer maneira, o ciumes nessas horas é fatal.
Anyway... Acho que é o fim do post...
Ao chegarmos lá em baixo, olhei para a casa do J, o portão parecia estar entreaberto e as duas garotas estavam lá na frente, Ananda e Nalva, sentadas na causada da casa da Nalva, nos comprimentamos e sentamos. Como sempre, meu abraço se destaca dos demais, escuto um estalar de ossos em ambas as costas das garotas, deve ter doido, mas no final, sei que elas gostam. Conversamos bastante, demos algumas risadas, enquanto o telefone não parava de tocar.
Passado o tempo e já estavamos lá em cima (São Judas), Gabriella estava na festa com outras garotas, mas quem se destacava... Nem preciso citar. Não conseguia evitar o olhar, e me doi saber que fiz errado em olhar demais, garotas gostam de ser esnobadas, garotas gostam de sofrer, garotas gostam de homens safados, é o que eles dizem, essa é a verdade nua e crua é o que eles dizem... Se soubessem o quanto me doi ouvir isso, odeio essa verdade, odeio esse mundo, odeio o pensamento da maioria, dessa massa de números ambulantes, e o pior de tudo, querem me mudar... lavagem cerebral não, logo aviso.
Com o tempo, fomos chamar a Geisa, Raissa e a outra garota bonitinha da qual o nome eu sempre esqueço para jogar Uno... Na verdade, quem chamou foi o Diego, já que Uno, passa longe de ser uma brincadeira que me da gosto de jogar. Eles jogaram uma partida, e depois pararam. Isso não me importa, o fato é que logo ela (Senhorita) veio e sentou-se do nosso lado, como sempre, inconcientemente mudei meu comportamento, enquanto me roia por dentro pela ação tomada descontroladamente. Ela ficou pouco tempo, e logo foi embora, não havia bom clima, Geisa de um lado me olhando e eu do outro olhando a Senhorita, enquanto essa, como sempre, me destruia, com seu olhar distante. Lembro de ter ouvido que ela tinha de falar com alguem (Endriw), não sei se ouvi certo, mas não gostei de qualquer maneira, o ciumes nessas horas é fatal.
Anyway... Acho que é o fim do post...
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Diário
Great Bright in Eyes of a Little Kitty
Grandes Brilhantes nos Olhos de um Pequeno Gatinho
Era calmo o dia... caia chuva do lado de fora, dia melancôlico, meu preferido.
As mágoas parecem nunca ir embora.
A presença dela me atormenta, agulhadas em meu peito.
Por que as mágoas parecem nunca ir embora.
Aqueles olhos me observam, me limpam de toda essa mágoa.
Me observam de longe.
Está não é mais uma poesia de amor...
Só mais uma confissão de dor.
Queria estar próximo de tal olhar, sentir o calor, que é te tocar.
Te abraçar contra meu corpo rústico, quase mecânico.
E sentir que posso chorar, extremesser, cair de joelhos e gritar.
Por que as mágoas parecem nunca ir embora.
Lindos olhinhos de gato, me observam e quebram minha postura.
Ela está deitada em meio aos lençoi.
Parece algo gótico, triste, deprimente, mas é vida pura.
Great Bright in Eyes of a Litlle Kitty.
Vida verdejante se passa em seus olhos.
Brilho que apaga a escuridão interior, limpa as minhas mágoas e acaba com a dor.
Essa é uma poesia de amor, que não fala de amor.
Afinal como posso acabar com essa dor.
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Poesia
Meu Sonho, Minha Vida, Meu Mundo
Hoje eu estava conversando no MSN como sempre, até que uma grande amiga chegou e perguntou se eu já senti que não há lugar para mim nesse mundo, respondi que me sentia exatamente como ela, que não me sentia parte de nada, e que não me encaixava em lugar algum, que meus pensamentos não eram aceitos, e que por muitas vezes riram deles.
Após algum tempo, esta mesma amiga perguntou o que eu estava fazendo, a resposta foi rápida e clara, eu disse que estava conversando com um amigo, o Henrique "Lord of Madness", e estava jogando um jogo para passar o tempo. Ela em seguida perguntou se eu gostava de jogos, foi uma pergunta retórica, mas não tenho nada contra perguntas retóricas... Então, respondi normalmente que sim adorava jogos. Ela disse em seguida que não curtia jogos, então eu disse, que gosto deles por que é um mundo diferente para cada jogo, onde eu posso viajar, sonhar, viver algo totalmente diferente, correr riscos, seguir em aventuras, fazer amizades verdadeiras, e procurar um lugar ideal para mim, disse também que não poderia fazer aquilo pela vida toda, e que um dia teria de parar de sonhar, de viver minhas fantasias, minhas aventuras, e acordar para a vida, para essa dolorosa agonia tediosa, e finalmente me tornarei um adulto completo, um adulto, que as pessoas procuram para conversar, um adulto chato e sem alegrias de verdade, me tornarei só mais um simples padrão, um número, e deixarei de ser o que eu mais prezo, o que eu mais gosto, o que eu mais respeito, uma criança... Por muitas vezes tentei recriar o lugar perfeito para mim, meu sonho, minha vida, meu mundo. Talvez, algum dia, eu possa encontrar este mundo dentro de mim.
Após algum tempo, esta mesma amiga perguntou o que eu estava fazendo, a resposta foi rápida e clara, eu disse que estava conversando com um amigo, o Henrique "Lord of Madness", e estava jogando um jogo para passar o tempo. Ela em seguida perguntou se eu gostava de jogos, foi uma pergunta retórica, mas não tenho nada contra perguntas retóricas... Então, respondi normalmente que sim adorava jogos. Ela disse em seguida que não curtia jogos, então eu disse, que gosto deles por que é um mundo diferente para cada jogo, onde eu posso viajar, sonhar, viver algo totalmente diferente, correr riscos, seguir em aventuras, fazer amizades verdadeiras, e procurar um lugar ideal para mim, disse também que não poderia fazer aquilo pela vida toda, e que um dia teria de parar de sonhar, de viver minhas fantasias, minhas aventuras, e acordar para a vida, para essa dolorosa agonia tediosa, e finalmente me tornarei um adulto completo, um adulto, que as pessoas procuram para conversar, um adulto chato e sem alegrias de verdade, me tornarei só mais um simples padrão, um número, e deixarei de ser o que eu mais prezo, o que eu mais gosto, o que eu mais respeito, uma criança... Por muitas vezes tentei recriar o lugar perfeito para mim, meu sonho, minha vida, meu mundo. Talvez, algum dia, eu possa encontrar este mundo dentro de mim.
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Reflexão
sábado, 16 de janeiro de 2010
Tirando a Poeira
Não sei bem quanto tempo faz dês de a minha última postagem aqui... na verdade, eu saberia se eu contasse, mas não quero contar.
Eu adoraria lembrar todas as coisas que me ocorreram dês de a última postagem, é meio dificil, e nem vou tentar, vou colocar aqui, as mais marcantes, aliás é provavel que ninguem leia mesmo.
A primeira vez que eu fui ao Porão do Alemão, é, eu tenho 19 anos, e já deveria ter ido a muito tempo, mas, como são as coisas, e a vida não me deixou, a primeira vez que eu oficialmente entrei lá, foi com o Thiagão, e com o J. Aquele deve ter sido o melhor dia da minha vida, até agora. Deve, por que eu não me lembro bem dos detalhes, estava muito pouco sóbrio para lembrar. O que sei, é que cantamos, pulamos, banguiamos e fizemos todos os tipos de loucuras.
Em certa parte, o J já havia bebido algumas taças de Chopp, e já não se encontrava em um estado... errr... digamos... normal, ele havia se transformado em um animal completamente tarado, e estava tentando agarrar qualquer ser humano do sexo feminino, ou com uma aparência convencedora... Ok... não vou queimar o filme dele, ele não estava atrás de viado algum, mas continuava tarado.
O Thiagão como sempre... como sempre quando está bêbado... se transformou no amigo de todos, abraçou todos, e falou com todos, ele saio por ai com os braços abertos, como quem queria abraçar o mundo, e com aquela camisa desabotuada parecendo aqueles caras gringos que acham a Amazônia quente, o calor mal sabia ele, gerado pelo alcool que queima nas células para gerar energia para o corpo...
Eu como sempre não dou encima de garotas ou saio sem camisa por ai, geralmente faço coisas piores, mas o que é de Las Vegas, não sai de Las Vegas, então, não gostaria de dizer que entro em possessão toda vez que bêbo algo realmente pesado como Vodka pura ou Cachaça.
Nós comemoramos o aniversário do J que estava chegando... ele iria viajar no dia do seu aniversário, e eu queria que ele viajasse feliz. Aquele realmente foi um dia legal, um ótimo dia, que eu não vou esquecer tão cedo, pelo ao menos eu vou tentar não esquecer.
Após algum tempo fomos outras vezes, mas não foi lá essas coisas, o J já não estava conosco.
O aniversário dele foi ótimo, nos divertimos muito, jogamos balões com água uns nos outros e rimos bastante, não havia muita comida, para ser exato, não havia comida alguma, a maior parte da festa, ficamos de baixo do sol quente nos divertindo. As garotas se molharam, algumas e nós bagunçamos muito, fizemos montinho uns nos outros até ficar mais tarde... Anne e Içana apareceram por lá, e então, as almas que já estavam cansadas, simplesmente sumiram deixando nós cinco, eu, o J, o Caio, a Ane, e a Içana ao relento. Conversamos bastante, por umas duas horas, até que elas decidiram voltar para casa, J ficou, pois tinha que ficar com sua mãe, aliás era seu último dia em Manaus, enquanto eu, o Caio, a Ane e a Içana, fomos, o plano era eu e o Caio deixarmos elas em uma esquina próximo a casa delas. Não foi o que aconteceu, no último minuto, a Ane finalmente decidiu ficar comigo, eu já havia pedido algumas vezes, e ela nem negara nem aceitara, foi tudo bem estranho, até a parte em que ela quase arranca meus lábios fora.
Depois disso, elas foram para casa, e eu voltei para o São Judas com o Caio.
Nesse dia, o J viajou, era 28 de Dezembro, e até hoje ele ainda não chegou... saudades daquele preto filho de uma...
Após o J ter saído de nossas vidas por um tempo, as coisas começaram a desmoronar lentamente, e tudo isso só começou depois do ano novo, não NO ano novo, por que esse dia foi quase perfeito para mim.
Fiquei com a garota que mais amo nessa vida, e o melhor, ela estava com um sorriso no rosto. Adoro o sorriso dela.
A passagem do dia 31 para o dia 1º foi perfeita... só faltou alguem entre nós... nada mais a declarar.
Depois disso, continuei ficando com ela, não reclamo de nada, foi ótimo, não sei se já terminou tudo, e Deus sabe como quero que não tenha terminado, sei que ela ama outro, e que daria qualquer coisa para ser ele no meu lugar... mas eu moveria os céus, as estrelas, o sol, desafiaria a íra do criador, e sairia do inferno por ela, isso tudo por um beijo, nem tente imaginar o que faria para deixá-la feliz.
Desde que o J viajou, tenho treinado pesadamente, com a ajuda do Diego, agradeço-lhe bastante por isso. Meu condicionamento físico melhorou bruscamente, e meu corpo também está bem melhor do que era antes.
Anyway Não faço ideia por que estou falando essas coisas, esse post está ficando gigantesco, e eu quero terminá-lo logo para poder dormir. Só queria dizer que vou voltar a escrever e digitar, vou reler um projeto de um jogo que tenho em mente, e não vou mais deixar este blog empoeirado, talvez até modifique ele, deixe-o mais legal, mas no mesmo estilo é claro.
Bem, depois do que disse até aqui, as coisas pioraram bastante... dois amigos se separaram, e é dever meu juntá-los. Aqui começa a minha nova saga, minha saga solo.
Eu adoraria lembrar todas as coisas que me ocorreram dês de a última postagem, é meio dificil, e nem vou tentar, vou colocar aqui, as mais marcantes, aliás é provavel que ninguem leia mesmo.
A primeira vez que eu fui ao Porão do Alemão, é, eu tenho 19 anos, e já deveria ter ido a muito tempo, mas, como são as coisas, e a vida não me deixou, a primeira vez que eu oficialmente entrei lá, foi com o Thiagão, e com o J. Aquele deve ter sido o melhor dia da minha vida, até agora. Deve, por que eu não me lembro bem dos detalhes, estava muito pouco sóbrio para lembrar. O que sei, é que cantamos, pulamos, banguiamos e fizemos todos os tipos de loucuras.
Em certa parte, o J já havia bebido algumas taças de Chopp, e já não se encontrava em um estado... errr... digamos... normal, ele havia se transformado em um animal completamente tarado, e estava tentando agarrar qualquer ser humano do sexo feminino, ou com uma aparência convencedora... Ok... não vou queimar o filme dele, ele não estava atrás de viado algum, mas continuava tarado.
O Thiagão como sempre... como sempre quando está bêbado... se transformou no amigo de todos, abraçou todos, e falou com todos, ele saio por ai com os braços abertos, como quem queria abraçar o mundo, e com aquela camisa desabotuada parecendo aqueles caras gringos que acham a Amazônia quente, o calor mal sabia ele, gerado pelo alcool que queima nas células para gerar energia para o corpo...
Eu como sempre não dou encima de garotas ou saio sem camisa por ai, geralmente faço coisas piores, mas o que é de Las Vegas, não sai de Las Vegas, então, não gostaria de dizer que entro em possessão toda vez que bêbo algo realmente pesado como Vodka pura ou Cachaça.
Nós comemoramos o aniversário do J que estava chegando... ele iria viajar no dia do seu aniversário, e eu queria que ele viajasse feliz. Aquele realmente foi um dia legal, um ótimo dia, que eu não vou esquecer tão cedo, pelo ao menos eu vou tentar não esquecer.
Após algum tempo fomos outras vezes, mas não foi lá essas coisas, o J já não estava conosco.
O aniversário dele foi ótimo, nos divertimos muito, jogamos balões com água uns nos outros e rimos bastante, não havia muita comida, para ser exato, não havia comida alguma, a maior parte da festa, ficamos de baixo do sol quente nos divertindo. As garotas se molharam, algumas e nós bagunçamos muito, fizemos montinho uns nos outros até ficar mais tarde... Anne e Içana apareceram por lá, e então, as almas que já estavam cansadas, simplesmente sumiram deixando nós cinco, eu, o J, o Caio, a Ane, e a Içana ao relento. Conversamos bastante, por umas duas horas, até que elas decidiram voltar para casa, J ficou, pois tinha que ficar com sua mãe, aliás era seu último dia em Manaus, enquanto eu, o Caio, a Ane e a Içana, fomos, o plano era eu e o Caio deixarmos elas em uma esquina próximo a casa delas. Não foi o que aconteceu, no último minuto, a Ane finalmente decidiu ficar comigo, eu já havia pedido algumas vezes, e ela nem negara nem aceitara, foi tudo bem estranho, até a parte em que ela quase arranca meus lábios fora.
Depois disso, elas foram para casa, e eu voltei para o São Judas com o Caio.
Nesse dia, o J viajou, era 28 de Dezembro, e até hoje ele ainda não chegou... saudades daquele preto filho de uma...
Após o J ter saído de nossas vidas por um tempo, as coisas começaram a desmoronar lentamente, e tudo isso só começou depois do ano novo, não NO ano novo, por que esse dia foi quase perfeito para mim.
Fiquei com a garota que mais amo nessa vida, e o melhor, ela estava com um sorriso no rosto. Adoro o sorriso dela.
A passagem do dia 31 para o dia 1º foi perfeita... só faltou alguem entre nós... nada mais a declarar.
Depois disso, continuei ficando com ela, não reclamo de nada, foi ótimo, não sei se já terminou tudo, e Deus sabe como quero que não tenha terminado, sei que ela ama outro, e que daria qualquer coisa para ser ele no meu lugar... mas eu moveria os céus, as estrelas, o sol, desafiaria a íra do criador, e sairia do inferno por ela, isso tudo por um beijo, nem tente imaginar o que faria para deixá-la feliz.
Desde que o J viajou, tenho treinado pesadamente, com a ajuda do Diego, agradeço-lhe bastante por isso. Meu condicionamento físico melhorou bruscamente, e meu corpo também está bem melhor do que era antes.
Anyway Não faço ideia por que estou falando essas coisas, esse post está ficando gigantesco, e eu quero terminá-lo logo para poder dormir. Só queria dizer que vou voltar a escrever e digitar, vou reler um projeto de um jogo que tenho em mente, e não vou mais deixar este blog empoeirado, talvez até modifique ele, deixe-o mais legal, mas no mesmo estilo é claro.
Bem, depois do que disse até aqui, as coisas pioraram bastante... dois amigos se separaram, e é dever meu juntá-los. Aqui começa a minha nova saga, minha saga solo.
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