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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Amor, me destroi amor, por favor!

É com todo o fervor, que exclamo invocando essa maldição para minha pessoa novamente.

Oh doença que não se expalha por carne, mas destroi meu fígado e minha alma, exclamo que venha à mim, e me despedace todo pois quero! Meu amor me afoga, me faz delirar, engole terra e engole mar, e não se sacia, quer sempre mais! Coração nenhum poderá sentir tal amor, palpitação, grito, agonia, me espelha na imagem que amo, minha amada, minha vida, nada mais importa para mim, nada mais vale, alem de meu amor. Imploro que me ame, pois amo-te, por você engolirei á água salgada do mar, e as mesmas águas salgadas demonstrarei em lágrimas, darei céu, terra e estrelas para você, e não me importa nada, só quero você!

Shakespeare - Noite de Reis
Cena 2 Ato II

"O amor? Não é o que virá mais tarde.
A alegria de hoje está na risada de agora.
O que está por vir? Isso ninguem sabe.
Não se ganha grande coisa com a demora.
Por isto, bela mimosa, vem me beijar.
A juventude não dura e já vai passar."

A juventude não dura, ela já vai passar, por isso beija-me, vem, beija-me, eu te amo mimosa, meus olhos brilham por ti, meu amor não tem limites, escancaro meus braços e canto, AMO-TE, eu exclamo, AMO-TE e é só isso que quero saber, amor, amor e amor!
E se não puderes me amar, mate-me, da forma mais dolorosa possivel, é bem melhor ser morto pelas mãos da amada, que morto sem toca-las.
Amor, me destroi amor, por favor... acredite nessas palavras.

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