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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Tempo Esgotado

Meu tempo se esgotou... Simplesmente não há mais saliva para dizer as palavras "Eu te amo", você nem mesmo mereceu uma das centenas de vezes que à ouvio. Crueldade, rancor, raiva, psicodelia, e melancolia foi tudo aquilo que o meu cérebro fútil absorveu todo esse tempo.
Por muitas vezes fui chamado de besta, um simples besta, um corpo perambulante sem nexo, em um vácuo de imaginação, que por vezes criou em sua mente esboços do que seria seu mundo maravilhoso de aventura e fantasia... Acorda para a vida garoto, abra os olhos... Você não vive e nem vai viver nesse mundo, não até se livrar do verdadeiro que o cerca.
Estes seres humanos é que são os verdadeiros vilões, devem ser purgados com sua maldade malígina e malevolente, e sua malícia maldita que urge a crença de que tal ser é a cópia da divindade, MENTIRA exclamo, mentira é o que reza sua crença, como pode tal ser, crer ser a cópia perfeita de uma divindade, pois que divindade teria capacidade em tal perfeição, de criar tamanha monstruosidade, capaz de gerar ainda maior monstruosidade?
Não tenho mais palavras para vibrar, que minha obra aqui terminou, como um Teurgo levanto-me do chão para contar minhas histórias de fervor, deixo minha antiga vida agora, e recomeço-a desde o principil, decidirei quais erros errar agora, para no fim gozar do inicio... Também agradêço-lhes vanguardistas de tais vícios virulentos, por me inspirar seu ódio e rancor, igrendientes indispensáveis para está crônica que estou terminando a todo vapor.

Obrigado.

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