Eu sou imaginário, inexistente, cósmico e irreal, sou uma parte em um frasco, um pedaço bruto do que poderia vir a ser brutal. Não meço esforços, quero tudo, não quero vocês, quero-os longe, sejam inexistentes ilusórios, pois são a minha única razão de temor, de ódio e dor.
A minha chance de clamar meu clamor, de apasiguar minha dor, de me livrar de pecados desvirtuosos. A minha chance de ser novamente uma criança, um pensador, de me livrar de toda dor, seja ela por amor, ou por temor. Você se fez meu carrasco, meu veneno, minha droga, minh`alma, deixa eu te contar o que eu sempre quis ser, e o que você me fez fazer, deixa eu te mostrar os sonhos que destruistes, a dor que causastes e o amor que criastes.
Enfim deixa eu te dizer o que perdestes, para você poder ver com os olhos de seu coração todo o amor que poderia usar para encher este músculo flácido e gélido que você tem no corpo. Meu fígado doi de paixão, enquanto minha mão segura meu coração ensanguentado em emoção, que fique clara de uma vez está situação, se não me chamo Victor, você vai ler está oração, te amo Gabriella, e te renuncio eternamente meu amor, que ele esteja selado nestas palavras com ardor.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário