Tive um ótimo final de semana com o meu amigo Jordan. Festa de aniversário de dezoito anos do Endriw, o irmão dele. Nos embebedamos com Skarloff Ice - ressaca terrível -, e nos deliciamos com o ótimo churrasco do pai dele. Tudo isso acompanhado de risadas, Xbox-360, Internet, conversas pela webcam, e como de costume criamos uma nova dança e música malucas, a "Eu tô chapadohouse" - dessa eu nem lembrava pela manhã -.
A onda foi o seguinte, não me lembro que horas dormi, só sei que acordei cedo, quase tendo um colápso mental por causa da mais forte dor de cabeça que já senti na vida. Depois de tomar alguns remédios descemos para comer algo, e depois voltamos para jogar Xbox-360 pelo resto do dia, até dar hora de sair ruma ao São Judas Tadeu.
Isso está desgraçadamente resumido, porem, já da pra tirar uma noção. Bebida, churrasco, Xbox-360, internet, músicas e danças loucas e risadas, não tinha como ficar melhor. Bem, já deu pra ver que eu estou com preguiça de digitar aqueles enormes textos que digitava antes, mas como sempre, isso é só mais uma fase. Por enquanto é tudo, logo voltarei com algumas fotos que tirei na faculdade.
Até mais.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Final de Semana Perfeito
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domingo, 23 de maio de 2010
21/22 de Maio was D-days
Realmente, os dias 21 e 22 de Maio foram simplesmente fodas!
E tudo começou naquela tarde do dia 21...
Primeiro, eu fui chamado para ir até a Zona Negativa pelo Kib (Daniel (Gordo)). Tomei um banho, me arrumei e talz, fui de carro até a casa dele e de lá fomos direto para a Zona Negativa. Lá, encontramos com seus amigos. O Nemo, o Andarilho, a Bio e mais tarde o Neto, da qual achei estranho e muito parecido com um antigo amigo meu - Nada contra o cara, se bem que os métodos dele são um tanto quanto sacanas -, continuando, permanecemos lá por umas três horas, conversamos, comemos pipoca, eu conversei com a Sarah, conheci pessoas legais que se parecem comigo, até que nos preparamos, já a noite para ir até o Millenium.
Já no Millenium, nós andamos um pouco, e depois passamos algum tempo sentados na praça de alimentação conversando. Depois de um tempo, começa um "vuco vuco" danado, e brigas e brigas das quais eu nem imagino a razão, e penso com os meus botões que nem mesmo os dois envolvidos saibam. Anyway eu não me importo. Encontrei o Kamikaze (Junior Alguma) lá, foi legal ter revisto aquele cara, ele parece estar bem melhor que antes. Saímos do Millenium e tentamos sem éxito entrar no Bilhares, por uma maldita má sorte estava tendo o show daquela bandinha escrota chamada Parangolé. Então fomos até uma parada na frente (na outra frente) do Millenium esperar o namorado da Bio, que estava vindo de carro para falar com ela. Bem, após certo tempo ele chegou, eles tiveram uma longa conversa sustentada pelo Kib e pelo Neto, e ambos Bio e o namorado dela o Guto (acho que é isso) saíram.
Ótimo... Tinhamos ficado só nós quatro, e o pior de tudo, tinhamos planejado passar a noite na casa da Bio, que por sua vez havia "vazado" dali. Sem opções fomos para a casa do Andarilho procurar abrigo e bebida para nossas desoladas almas (que dramático). Andamos em circulos por horas, de posto em posto, falamos com velhos ricos bêbados, nos batemos com rolos de papelão, tacamos (/me aponta para o Kib) uma garrafa de cerveja no muro de uma casa e corremos, fizemos tudo isso até finalmente, chegar na casa do Andarilho (neste exato momento descobri o porquê desse apelido). Nós ficamos na frente da casa dele por algumas horas, até a mãe dele nos "chamar" para entrar. "Nós" educadamente entramos, e aloja-mo-nos na sala, onde permanecemos por algumas horas, trocando conversas, em meio a mosquitos, suor, o chão, e o Kib largado feito um mendingo no meio da sala. Um pouco mais tarde nós dormimos... Foi ai que o segundo dia começou de começar.
Dia 22 de Maio... O dia depois do dia.
Começamos o dia bem, a chuva que houve pela madrugada de alguma maneira fez com que a janela amanhecesse fechada, e eu, por ter ficado muito tempo no calor, parecia uma porca prenha. Nós acordamos, tomamos café, arrumamos as coisas, tomamos um banho e "nos-saímos-saíndo", rumo ao Manauara, onde nada fariamos até andar novamente até o Bilhares... Bem, há muita coisa da qual não foi citada, como o resto do dia 22 inteiro, só que eu estou com uma puta de uma preguiça, e nem com reza braba eu irei escrever o resto. Mesmo tendo em vista de que já escrevi bastante desde que parei de escrever sobre o dia 22, o que me faz pensar que se eu não tivesse parado de escrever sobre o dia 22 onde eu parei de escrever sobre o dia 22, talvez eu estaria acabando de falar sobre o dia 22 agora. Mas talvez não, tendo em vista que o dia 22 durou bastante tempo, e que conheci outras pessoas, das quais eu mal lembro agora... De qualquer maneira eu irei parar de escrever a qualquer momento, e nem mesmo direi tchau.
E tudo começou naquela tarde do dia 21...
Primeiro, eu fui chamado para ir até a Zona Negativa pelo Kib (Daniel (Gordo)). Tomei um banho, me arrumei e talz, fui de carro até a casa dele e de lá fomos direto para a Zona Negativa. Lá, encontramos com seus amigos. O Nemo, o Andarilho, a Bio e mais tarde o Neto, da qual achei estranho e muito parecido com um antigo amigo meu - Nada contra o cara, se bem que os métodos dele são um tanto quanto sacanas -, continuando, permanecemos lá por umas três horas, conversamos, comemos pipoca, eu conversei com a Sarah, conheci pessoas legais que se parecem comigo, até que nos preparamos, já a noite para ir até o Millenium.
Já no Millenium, nós andamos um pouco, e depois passamos algum tempo sentados na praça de alimentação conversando. Depois de um tempo, começa um "vuco vuco" danado, e brigas e brigas das quais eu nem imagino a razão, e penso com os meus botões que nem mesmo os dois envolvidos saibam. Anyway eu não me importo. Encontrei o Kamikaze (Junior Alguma) lá, foi legal ter revisto aquele cara, ele parece estar bem melhor que antes. Saímos do Millenium e tentamos sem éxito entrar no Bilhares, por uma maldita má sorte estava tendo o show daquela bandinha escrota chamada Parangolé. Então fomos até uma parada na frente (na outra frente) do Millenium esperar o namorado da Bio, que estava vindo de carro para falar com ela. Bem, após certo tempo ele chegou, eles tiveram uma longa conversa sustentada pelo Kib e pelo Neto, e ambos Bio e o namorado dela o Guto (acho que é isso) saíram.
Ótimo... Tinhamos ficado só nós quatro, e o pior de tudo, tinhamos planejado passar a noite na casa da Bio, que por sua vez havia "vazado" dali. Sem opções fomos para a casa do Andarilho procurar abrigo e bebida para nossas desoladas almas (que dramático). Andamos em circulos por horas, de posto em posto, falamos com velhos ricos bêbados, nos batemos com rolos de papelão, tacamos (/me aponta para o Kib) uma garrafa de cerveja no muro de uma casa e corremos, fizemos tudo isso até finalmente, chegar na casa do Andarilho (neste exato momento descobri o porquê desse apelido). Nós ficamos na frente da casa dele por algumas horas, até a mãe dele nos "chamar" para entrar. "Nós" educadamente entramos, e aloja-mo-nos na sala, onde permanecemos por algumas horas, trocando conversas, em meio a mosquitos, suor, o chão, e o Kib largado feito um mendingo no meio da sala. Um pouco mais tarde nós dormimos... Foi ai que o segundo dia começou de começar.
Dia 22 de Maio... O dia depois do dia.
Começamos o dia bem, a chuva que houve pela madrugada de alguma maneira fez com que a janela amanhecesse fechada, e eu, por ter ficado muito tempo no calor, parecia uma porca prenha. Nós acordamos, tomamos café, arrumamos as coisas, tomamos um banho e "nos-saímos-saíndo", rumo ao Manauara, onde nada fariamos até andar novamente até o Bilhares... Bem, há muita coisa da qual não foi citada, como o resto do dia 22 inteiro, só que eu estou com uma puta de uma preguiça, e nem com reza braba eu irei escrever o resto. Mesmo tendo em vista de que já escrevi bastante desde que parei de escrever sobre o dia 22, o que me faz pensar que se eu não tivesse parado de escrever sobre o dia 22 onde eu parei de escrever sobre o dia 22, talvez eu estaria acabando de falar sobre o dia 22 agora. Mas talvez não, tendo em vista que o dia 22 durou bastante tempo, e que conheci outras pessoas, das quais eu mal lembro agora... De qualquer maneira eu irei parar de escrever a qualquer momento, e nem mesmo direi tchau.
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terça-feira, 18 de maio de 2010
The Grotto
Hoje, eu tive um sonho, mas não foi um sonho qualquer. Hoje eu tive um sonho que mais uma vez daria um filme fantástico, já é a terceira ou quarta vez que tenho sonhos assim.
The Grotto (A Gruta)
Em alguma cidade de alguma província da Inglaterra, há uma Gruta famosa por abrigar dezenas de crianças de rua de noite, as lendas diziam que quem entrasse lá pela noite um espírito nunca mais deixaria aquela pessoa sair.
Hum garoto que estava fazendo uma viajem à passeio pela Inglaterra, está passando suas noites em um albergue logo ao lado da famosa gruta, o garoto desconhece ou ouviu poucos rumores sobre a gruta. O garoto acha estranho que pela manhã as crianças de rua ficam por ai, sentadas, cabisbaixas, procurando o que fazer, não se intimidam e não se importam nem um pouco com as pessoas ao seu redor, não pedem comida e nunca falam com ninguem.
Certa noite, por ter chegado muito tarde no albergue, o garoto tem uma briga com o dono, que o expulsa do albergue. Já por estar muito tarde, o garoto procura o lugar mais protegido onde ele poderia passar a noite, a gruta, estaria logo ali ao lado, e foi para lá que o garoto se dirigiu. Ao entrar na gruta de madrugada, o garoto percebeu que as crianças se juntavam nos cantos e ficavam quietas, a maioria acordada, outras dormindo, não haviam rostos felices, eram simples rostos desesperançosos e cabisbaixos. O garoto entrou um pouco e decidiu voltar, ao chegar perto do portão, uma das crianças passou a sua frente e disse "Você não pode mais sair.", estranhando a situação, o garoto diz "Por que eu não poderia sair daqui?" enquanto observava que outras crianças fechavam o portão, "O porteiro não vai deixar." a mesma criança diz, ao mesmo tempo em que o garoto se joga para fora da gruta pela brecha que ainda estava aberta do portão. Ao se levantar já do lado de fora, o garoto percebe que as crianças nada mais fazem para impedí-lo, mas o cão, com aspécto bondoso que ficara sempre do lado de fora, agora se virou e está rosnando ferosmente, como se fosse atacar a qualquer momento. O garoto da alguns passos para o lado, se distânciando da gruta e do cão, ao mesmo que este passa a rostar mais cada vez que o garoto se distância mais da gruta. Por medo o garoto decide voltar, ele percebe que não há como sair da gruta sem ter que correr do cão, e decide passar a noite lá.
Ao acordar pela manhã, o garoto está só dentro da gruta, as crianças já estão lá fora fazendo o que sempre fazem, ele se levanta, limpa suas roupas e sai normalmente sem que ninguem o interrompa. O garoto percebe que o cão de outrora está no mesmo local dormindo, e que novamente tem um aspécto pacifico e bondoso. O garoto tem um dia normal visitando os lugares mais famosos da cidade, e encontra um novo albergue para passar a noite. Muito cansado ele pega no sono rápido, enquanto dorme o garoto tem pesadelos frenéticos com a gruta, e ao acordar no meio da noite, está sendo arrastado pelas ruas escuras e frias da Inglaterra, pelo mesmo cão que o impediu de sair da gruta noite passada. Este, ao perceber que o garoto acordou solta-o e fixa o olhar nos olhos dele. O garoto pensa estar maluco ao ouvir palavras saindo da boca do cão de rua, "Você não pode fugir, eu sempre estarei lá, te trarei para sua nova casa todos os dias, porque eu não canso, eu nunca me canso, agora você é meu novo hóspede, e eu, eu sou seu porteiro, agora venha!" pertubado, o garoto se vira com o intúito de correr para longe do cão, fracasando e tendo a bainha da calça mordida pelo cão, que o arrasta para dentro da gruta em seguida, deixando-o lá.
Isso perdura por dias, até que o garoto começa a pesquisar as histórias e os mitos em uma biblioteca pública, e descobre que a muito tempo, uma família entrou na gruta para observar e passear, e a mulher e seus dois filhos nunca mais voltaram, o marido fora encontrado três dias depois com queimaduras por todo o corpo - existem uma estranha curiosidade dentro da gruta, o fogo que sai das rochas, vindo de pequenos depósitos de carvão sempre em brasas abaixo da gruta -, o homem foi resgatado, mas morreu dias depois no hospital. O garoto começou a imaginar coisas. Ele imaginou que o cão poderia ser o homem, traumatizado, que simplesmente quer encontrar sua família mas tem medo de entrar novamente no local, e por isso, prende as pessoas com o intúito de que elas os procurem para ele. Com estas novas informações o garoto volta para a gruta de noite, e tenta conversar com o cão. Ele tenta dizer que irá procurar pela família dele, e que não precisava ter feito tudo aquilo, nem prender as crianças. O cão responde que as crianças moram lá porque querem, e que ele só prende certos adultos, e que a maioria dos adultos tem maldade no coração, o garoto diz que vai entrar nas profundezas da gruta na noite seguinte, e que retornará com a família do cão, seja lá como for lá dentro.
Bem, sinto muito se estava ficando legal, mas isso é tudo o que eu me lembro do sonho, aliás, nem teve realmente todo esse detalhe, é claro, que como escritor adicionei algumas coisas para dar ênfase a história, mas é basicamente isso.
O que eu imagino para um bom final, é o garoto encontrado ossadas de uma mulher e de uma criança, e trazendo-as para o fora dias depois, a policia os bombeiros e os paramédicos estão o esperando, assim como o cão, com aquele aspécto bondoso e pacífico, o garoto possui queiamduras por todo o corpo, ele fala para o cão que conseguiu completar a missão, e pergunta se pode ir para casa, o cão responde que sim, o garoto já na maca desmaia e é socorrido, um dos paramédicos acha que o garoto está delirando, pois fala com um cão - é claro que o paramédico não escuta o cão falar -, e isso é tudo.
Realmente um cão falando é tenso. Espero que mais um sonho meu tenha sido interessante para vocês, agora vou aproveitar e dormir de novo, pois acabei de acordar deste sonho, e estou morrendo de sono.
Obrigado!
The Grotto (A Gruta)
Em alguma cidade de alguma província da Inglaterra, há uma Gruta famosa por abrigar dezenas de crianças de rua de noite, as lendas diziam que quem entrasse lá pela noite um espírito nunca mais deixaria aquela pessoa sair.
Hum garoto que estava fazendo uma viajem à passeio pela Inglaterra, está passando suas noites em um albergue logo ao lado da famosa gruta, o garoto desconhece ou ouviu poucos rumores sobre a gruta. O garoto acha estranho que pela manhã as crianças de rua ficam por ai, sentadas, cabisbaixas, procurando o que fazer, não se intimidam e não se importam nem um pouco com as pessoas ao seu redor, não pedem comida e nunca falam com ninguem.
Certa noite, por ter chegado muito tarde no albergue, o garoto tem uma briga com o dono, que o expulsa do albergue. Já por estar muito tarde, o garoto procura o lugar mais protegido onde ele poderia passar a noite, a gruta, estaria logo ali ao lado, e foi para lá que o garoto se dirigiu. Ao entrar na gruta de madrugada, o garoto percebeu que as crianças se juntavam nos cantos e ficavam quietas, a maioria acordada, outras dormindo, não haviam rostos felices, eram simples rostos desesperançosos e cabisbaixos. O garoto entrou um pouco e decidiu voltar, ao chegar perto do portão, uma das crianças passou a sua frente e disse "Você não pode mais sair.", estranhando a situação, o garoto diz "Por que eu não poderia sair daqui?" enquanto observava que outras crianças fechavam o portão, "O porteiro não vai deixar." a mesma criança diz, ao mesmo tempo em que o garoto se joga para fora da gruta pela brecha que ainda estava aberta do portão. Ao se levantar já do lado de fora, o garoto percebe que as crianças nada mais fazem para impedí-lo, mas o cão, com aspécto bondoso que ficara sempre do lado de fora, agora se virou e está rosnando ferosmente, como se fosse atacar a qualquer momento. O garoto da alguns passos para o lado, se distânciando da gruta e do cão, ao mesmo que este passa a rostar mais cada vez que o garoto se distância mais da gruta. Por medo o garoto decide voltar, ele percebe que não há como sair da gruta sem ter que correr do cão, e decide passar a noite lá.
Ao acordar pela manhã, o garoto está só dentro da gruta, as crianças já estão lá fora fazendo o que sempre fazem, ele se levanta, limpa suas roupas e sai normalmente sem que ninguem o interrompa. O garoto percebe que o cão de outrora está no mesmo local dormindo, e que novamente tem um aspécto pacifico e bondoso. O garoto tem um dia normal visitando os lugares mais famosos da cidade, e encontra um novo albergue para passar a noite. Muito cansado ele pega no sono rápido, enquanto dorme o garoto tem pesadelos frenéticos com a gruta, e ao acordar no meio da noite, está sendo arrastado pelas ruas escuras e frias da Inglaterra, pelo mesmo cão que o impediu de sair da gruta noite passada. Este, ao perceber que o garoto acordou solta-o e fixa o olhar nos olhos dele. O garoto pensa estar maluco ao ouvir palavras saindo da boca do cão de rua, "Você não pode fugir, eu sempre estarei lá, te trarei para sua nova casa todos os dias, porque eu não canso, eu nunca me canso, agora você é meu novo hóspede, e eu, eu sou seu porteiro, agora venha!" pertubado, o garoto se vira com o intúito de correr para longe do cão, fracasando e tendo a bainha da calça mordida pelo cão, que o arrasta para dentro da gruta em seguida, deixando-o lá.
Isso perdura por dias, até que o garoto começa a pesquisar as histórias e os mitos em uma biblioteca pública, e descobre que a muito tempo, uma família entrou na gruta para observar e passear, e a mulher e seus dois filhos nunca mais voltaram, o marido fora encontrado três dias depois com queimaduras por todo o corpo - existem uma estranha curiosidade dentro da gruta, o fogo que sai das rochas, vindo de pequenos depósitos de carvão sempre em brasas abaixo da gruta -, o homem foi resgatado, mas morreu dias depois no hospital. O garoto começou a imaginar coisas. Ele imaginou que o cão poderia ser o homem, traumatizado, que simplesmente quer encontrar sua família mas tem medo de entrar novamente no local, e por isso, prende as pessoas com o intúito de que elas os procurem para ele. Com estas novas informações o garoto volta para a gruta de noite, e tenta conversar com o cão. Ele tenta dizer que irá procurar pela família dele, e que não precisava ter feito tudo aquilo, nem prender as crianças. O cão responde que as crianças moram lá porque querem, e que ele só prende certos adultos, e que a maioria dos adultos tem maldade no coração, o garoto diz que vai entrar nas profundezas da gruta na noite seguinte, e que retornará com a família do cão, seja lá como for lá dentro.
Bem, sinto muito se estava ficando legal, mas isso é tudo o que eu me lembro do sonho, aliás, nem teve realmente todo esse detalhe, é claro, que como escritor adicionei algumas coisas para dar ênfase a história, mas é basicamente isso.
O que eu imagino para um bom final, é o garoto encontrado ossadas de uma mulher e de uma criança, e trazendo-as para o fora dias depois, a policia os bombeiros e os paramédicos estão o esperando, assim como o cão, com aquele aspécto bondoso e pacífico, o garoto possui queiamduras por todo o corpo, ele fala para o cão que conseguiu completar a missão, e pergunta se pode ir para casa, o cão responde que sim, o garoto já na maca desmaia e é socorrido, um dos paramédicos acha que o garoto está delirando, pois fala com um cão - é claro que o paramédico não escuta o cão falar -, e isso é tudo.
Realmente um cão falando é tenso. Espero que mais um sonho meu tenha sido interessante para vocês, agora vou aproveitar e dormir de novo, pois acabei de acordar deste sonho, e estou morrendo de sono.
Obrigado!
terça-feira, 11 de maio de 2010
Eu fiz isso? o.O
Bem... Tava dando uma olhadinha no orkut agora, e uma grande amiga minha, uma pessoa muito especial colocou isso no subnick "A manha é fingir que tudo é uma surpresa, fingir que n esperava por nada, porque se você se decepcionar, pode fingir também." V. Matheus"", bem, eu não me lembro de ter dito isso, aliás, me lembro vagamente, mas sei que é algo legal. Então se eu disse isso eu sou um cara muito legal.
Bem, então para aqueles que não acreditam que eu seja um cara legal, aqui vai minha frase.
"Amanhã é fingir que tudo é uma surpresa, fingir que não esperava por nada, porque se você se decepcionar, pode fingir também". - Eu
Pensando bem, lembrei de ter dito isso, mas não lembro quando e nem em que ocasião.
Ok, fora este acontecimento, estou trabalhando duro; sou o melhor da minha turma na faculdade; recebi meu primeiro salário; conheci boas pessoas, pessoas especiais; li alguns livros; comprei alguns livros; sai com os amigos; armei novas fugas (saídas com amigos); e ainda estou vivo por incrível que pareça, aliás, estou vivo e melhorando muito meu português, pelo aomenos eu acho.
Bem, acho que é só, logo logo estarei postando mais coisas, é só que estou muito ocupado estudando para um possivel livro que tenho em mente. Ta, eu sei que sempre tento escrever um livro, mas pense bem, pelo menos eu tento, e você ai que está lendo este post inútil? Afinal de contas, é tentando que se consegue.
Boa o que quer que seja para vocês.
Bem, então para aqueles que não acreditam que eu seja um cara legal, aqui vai minha frase.
"Amanhã é fingir que tudo é uma surpresa, fingir que não esperava por nada, porque se você se decepcionar, pode fingir também". - Eu
Pensando bem, lembrei de ter dito isso, mas não lembro quando e nem em que ocasião.
Ok, fora este acontecimento, estou trabalhando duro; sou o melhor da minha turma na faculdade; recebi meu primeiro salário; conheci boas pessoas, pessoas especiais; li alguns livros; comprei alguns livros; sai com os amigos; armei novas fugas (saídas com amigos); e ainda estou vivo por incrível que pareça, aliás, estou vivo e melhorando muito meu português, pelo aomenos eu acho.
Bem, acho que é só, logo logo estarei postando mais coisas, é só que estou muito ocupado estudando para um possivel livro que tenho em mente. Ta, eu sei que sempre tento escrever um livro, mas pense bem, pelo menos eu tento, e você ai que está lendo este post inútil? Afinal de contas, é tentando que se consegue.
Boa o que quer que seja para vocês.
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Aleatório
domingo, 2 de maio de 2010
Alone
No one can see the pain that we hide,
They're happy for us to keep it inside,
Our fear is our own; they don't want to know,
Why sould we involve them; why should it show.
You live your whole life in confusion and fear,
The need to feel something unbearably near,
Half of you living, Half of you gone,
And inside you know what your doing is wrong.
The thing's that can help, the thing's that may heal,
Are the flame or the blade and the sting of the steel,
The destruction of skin means the death of your soul,
But there's nowhere to run when your living alone.
They're happy for us to keep it inside,
Our fear is our own; they don't want to know,
Why sould we involve them; why should it show.
You live your whole life in confusion and fear,
The need to feel something unbearably near,
Half of you living, Half of you gone,
And inside you know what your doing is wrong.
The thing's that can help, the thing's that may heal,
Are the flame or the blade and the sting of the steel,
The destruction of skin means the death of your soul,
But there's nowhere to run when your living alone.
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Poesia
Adeus
Olha, sou eu, você queria o que? Poxa, não tenta me concertar, eu não estou quebrado, querer mais carinho é pedir de mais? Só queria que me olhasse como olha para ele, isso é querer de mais? Sabe, sempre me disseram que eu não crescia, mas eu cresci tanto que não tem mais espaço para eu ai. As coisas são simples assim, nem amantes nem amigos, simples conhecidos. Não venha me torturar dizendo que odeia o meu modo de ser, eu sou e pronto, aceite, por que se encomodar quando isso não te diz mais respeito?
Eu falei tudo que precisava ser dito, e você nada fez, nunca me estendeu a mão, e sempre negou a minha. Fazer o que? Você simplesmente não era compativel comigo, tanta coisa perdida... Tanta coisa gasta. Agora é continuar para frente, migrar... Porque ver uma pessoa que engana a si mesmo é deprimente, eu não vou mais estar lá de cara feia, não vou mais estar aqui chorando noites a fio, eu vou estar em outro lugar, com outras pessoas, com um outro alguem, fazendo coisas que você jamais terá a oportunidade de fazer comigo, sentindo coisas que você jamais sentirá com ninguem.
Sabe o porquê? Simplesmente porque eu não te amo mais. ^-^
O primeiro post do mês do seu aniversário, que a vida seja justa com você, que a felicidade abra um sorriso imenso, e que muitos e muitos anos gloriosos estejam te esperando lá na frente. Que teus sonhos se realizem como os meus se realizarão. Com todo o carinho, de um escritor emotivo apaixonado.
Matheus o Teurgo.
Eu falei tudo que precisava ser dito, e você nada fez, nunca me estendeu a mão, e sempre negou a minha. Fazer o que? Você simplesmente não era compativel comigo, tanta coisa perdida... Tanta coisa gasta. Agora é continuar para frente, migrar... Porque ver uma pessoa que engana a si mesmo é deprimente, eu não vou mais estar lá de cara feia, não vou mais estar aqui chorando noites a fio, eu vou estar em outro lugar, com outras pessoas, com um outro alguem, fazendo coisas que você jamais terá a oportunidade de fazer comigo, sentindo coisas que você jamais sentirá com ninguem.
Sabe o porquê? Simplesmente porque eu não te amo mais. ^-^
O primeiro post do mês do seu aniversário, que a vida seja justa com você, que a felicidade abra um sorriso imenso, e que muitos e muitos anos gloriosos estejam te esperando lá na frente. Que teus sonhos se realizem como os meus se realizarão. Com todo o carinho, de um escritor emotivo apaixonado.
Matheus o Teurgo.
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